A degustação e a subjetividade

Para diminuir o grau de subjetividade da degustação, é necessário seguir algumas regras básicas referente a:

  • Tranquilidade e concentração do degustador: O local da degustação dever ser isolado, sem odores estranhos, com luz e aeração apropriados e temperatura de 20°C.
  • Copos de degustação: Devem ser de cristal fino, com quantidade de vinho ocupando de 1/3 a 1/2 de seu volume.
  • Temperatura dos vinhos a degustar: Para os vinhos brancos a melhor temperatura fica em torno de 10 - 13 °C, enquanto que para os tintos deve situar-se em 15 - 18 °C.
  • Horário: A sensibilidade do degustador varia de acordo com a hora do dia. Os horários de maior sensibilidade situam-se entre 10:00 e 13:00 horas e entre 17:00 e 19:00 horas.
  • Cansaço: Além do cansaço físico, ocorre o cansaço gustativo; alguns gostos desagradáveis, como o ácido e amargo, e a sensação de adstringência provocam rapidamente o sentido do gosto.
  • Hábito: Um indivíduo habituado a tomar vinhos acetificados não reconhecerá este defeito nos vinhos.
  • Efeito de contraste: Segundo a ordem da degustação, aparecem alguns contrastes; um vinho doce, por exemplo, parece mais doce quando degustado depois de um seco.
  • Interferências: A degustação deve realizar-se com os menores antecedentes possíveis, a fim de evitar as influências. Como exemplo, se para um degustador se disser que dois vinhos iguais são diferentes ele tratará de buscar essas diferenças.
  • Outras condições: O degustador não deve estar resfriado ou com problemas bucais ou no estômago, nem sua atenção deve ser distraída durante o trabalho.